Proteção de crianças e adolescentes: deputada Débora Menezes apresenta leis e projetos da Procuradoria no TCE-AM

Proteção de crianças e adolescentes: deputada Débora Menezes apresenta leis e projetos da Procuradoria no TCE-AM

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“A informação protege. A orientação rompe o silêncio. Quando a gente chega antes, a gente evita que a violência avance”, afirmou a deputada.

A deputada estadual Débora Menezes (PL) participou de um seminário no Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM), onde apresentou leis e projetos desenvolvidos à frente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente e da Procuradoria Especial da ALEAM.

O encontro reuniu gestores públicos e órgãos de controle para discutir como melhorar, na prática, o funcionamento da rede de proteção no estado.

Durante a agenda, a parlamentar destacou que os resultados apresentados não vieram apenas do trabalho em gabinete.

“Tudo que conseguimos construir veio da prática. Foi indo para as ruas, fiscalizando, acompanhando famílias e entendendo de perto onde a rede precisa funcionar melhor”, afirmou.

Leis e projetos apresentados

Entre os pontos levados ao seminário, estão propostas voltadas a fortalecer a rede de proteção, melhorar a identificação de casos de violência e garantir respostas mais rápidas dos órgãos responsáveis.

As iniciativas também buscam ampliar a comunicação entre instituições e evitar que situações de risco passem despercebidas.

Atuação que acontece fora do gabinete

O trabalho da Procuradoria tem incluído operações, visitas técnicas e ações conjuntas com outros órgãos, o que tem ajudado a identificar falhas no atendimento e agir antes que os casos se agravem.

A deputada também antecipou a realização da operação “Caminhos Seguros”, prevista para o mês de maio, com foco no enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes no Amazonas.

O que isso muda

Com uma atuação mais próxima das comunidades, os sinais de risco passam a ser identificados mais cedo — e isso faz diferença.

Na prática, significa mais orientação para quem está na ponta, mais suporte às famílias e menos casos chegando em situação extrema.

“A informação protege. A orientação rompe o silêncio. Quando a gente chega antes, a gente evita que a violência avance”, reforçou.

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